quinta-feira, 3 de julho de 2008

Vinicius no Moitão


Parece que já aprendeu a puxar o moitão.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Para os dias sem vento...


Tem dias que o vento não colabora com os velejadores.

Nestes casos, apesar de relutantemente contribuir para o efeito estufa, nos impulsionamos pela superfície do lago com a ajuda deste motor de dois tempos.

Fazer o quê?

(estamos sem salva-vidas apenas para a foto...)

Mas nos dias de vento...a Fenix abre os braços.

(ambas fotos no mesmo local: A Quebrada da 13).


domingo, 27 de janeiro de 2008

Some have, some don't! LEGS HAY KAY


Some people were blessed with sexy legs.

Some people just don't, it is a fact of life!

Some people have to work hard for their legs,

Others have it natural..

Now, what legs are best?

Some would rather not choose...

Nova adriça para a buja


Parece que estamos no caminho certo para obter o correto estaimento da Fenix. Nossa adriça da buja agora está com um sistema de moitão 3 por 3.

Isto nos coloca em situação mais confortável para tensionar a buja o suficiente para adernar o mastro para a frente de forma a içar a mestra em correta posição. Somente depois deste correto tensionamento da buja é que podemos partir para executar a correção do "tiller tug" (puxada do leme). Na foto se vê a nova adriça da buja (cabo vermelho e branco).

No dia em que a trocamos não tivemos tempo para fazer grandes testes ou reparos pois tinhamos visitantes e queriamos todos velejar. Foi um dia em que armamos os dois barcos (o Toa-Toa e a Fenix0.

O Hector foi na Fenix e eu fui no Toa-Toa com o visitante mais leve. Os ventos estavam fracos mas velejamos cerca de 20 Km do Clube até a barragem do Paranoá (ida e volta com varios bordos), durante quase 4 horas.

domingo, 4 de novembro de 2007

Esperando a hora certa!




Depois de toda atividade para conserto do Fenix e ajustes, tive que ficar parado por um tempo. Motivos vários: os sócios viajaram e me envolvi com a construção de um mirante, que na verdade é mixto de mirante com com casinha na árvore.

O mirante, todo feito de bambu, fica no fundo da nossa casa e dá vista para o Lago Paranoá de onde poderei ver as velas passando enquanto meço o vento.

Teremos uma bandeira da família para colocar no alto de um mastro, acima do mirante!

O plano é que eu os meninos possamos dormir por lá empoleirados em sacos de dormir nas noites de verão. Teremos energia elétrica e outros luxos e apesar do teto e do espaço, as duas plataformas serão vazadas ao tempo, apenas com cortinas de bambu.

Com toda esta atividade de construção, planejamento e decoração não tem sobrado muito tempo para as coisas que ainda faltam no Fenix e confesso que se perde um pouco o entusiasmo quando a temporada dos ventos fortes passa.

Mas isto não vai nos abalar...temos ainda muito o que fazer para deixar o barco melhor..começando pela troca da adriça da buja, re-trançar o trampolim e ajuste do leme.

sábado, 29 de setembro de 2007

Testando o novo Leme



Duas semanas depois do acidente e após três sessões de consertos, colocamos os novos lemes em teste.

Tudo está bem mas ainda temos que ajustar para reduzir o "tiller tug" (puxada de leme) que está sendo causada pelo leme direito.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Pin-up Nose Art


As imagens de garotas "pin-ups" já foram populares em "aero-naves". Era comum para as atrizes das decadas de 20-50 posar para um pin-up, uma forma da arte pop para divulgar sua imagem...acho que poderíamos ter uma garota pin-up para o mastro da Fenix.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Mais reparos essenciais!


No dia 8 de setembro, coloquei as ferragens de popa, o trampolim novo e a cobertura antiderrapante do bordo (com EVA). Onde havia rebites velhos pedindo reposição, coloquei rebites novos e de aço (na junção da trave de popa com a trave de estibordo e no cadinho do mastro). Dessa vez foi mais fácil trabalhar pois levantamos a Fenix com cavaletes.

O trampolim novo e preto dá um excelente visual ao barco.

Foram 12 horas de trabalho na baixa umidade de Brasilia! (foto).

Temos pela frente o alinhamento das canas e do leme, a furação das laminas dos lemes, a colocação das ponteiras das talas e decifrar porquê a vela mestra não está subindo até o fim do curso.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Gabarito de Furação do Leme


Vamos furar a folha do leme novo que chegou depois do acidente. O gabarito de furação é o da foto. Só se fura uma vez, muito cuidado...

sábado, 1 de setembro de 2007

Acidente com leme e resgate



Tudo na vela é sempre uma surpresa.

Tudo parecia certo hoje: bons ventos e chegamos cedo no clube. Isso permitiu que fizéssemos alguns dos reparos pendentes. Decidimos que melhor seria adiar os reparos demorados para um dia sem vento.

Um dos reparos que fizemos foi tirar a folga da lamina do leme direito na caixa de fundição (“lower casting”). Usamos grandes arruelas de plástico para retirar as folgas. Nós mesmos fizemos estas arruelas de plástico a partir de tampas redondas de plástico de alimentos enlatados. (foto abaixo).



Para colocar as arruelas caseiras desmontamos o leme e quando voltamos com a lamina para a caixa do leme, batemos levemente o pino de alumínio que segura o leme ao casco para que ele entrasse no local. A folga foi retirada e tudo estava bem.

Lá fomos nós, aproveitar o dia de vento!

Barco na água, velas caçadas!

Logo no primeiro bordo, notei que a barra transversal do leme de bombordo estava mais alta. Quando coloquei o barco em panos para verificar, percebi que a fibra de vidro no casco onde entra a extremidade superior do pino do leme havia se rompido totalmente. Provavelmente esta fibra (que depois percebemos que não era fibra!)foi enfraquecida quando batemos o pino do leme, durante a colocação das arruelas de folga.

Dessa forma, a parte superior do conjunto do leme estava solta e forçando a parte inferior, ainda presa ao casco pela ferragem de popa.

Abro um parêntese aqui. Só depois de examinar os manuais percebi que da forma como o barco nos foi entregue, havia apenas o apoio inferior da ferragem de popa e que “aparentemente” nunca tivemos o apoio superior (ver figura), onde o pino do leme também deveria se apoiar. Assim, até agora (vamos corrigir) nossos pinos de leme estão apoiados em apenas um ponto (o inferior) e na fibra. Na figura mostrada, ve-se que a ferragem de popa correta é inteiriça e tem dois pontos de apoio sendo que o pino ainda passa pela fibra.

Pois bem: sem o apoio superior e com a fibra quebrada, a situação criou um braço de alavanca acionado pela força da água no leme.

Não demorou muito e este braço de alavanca foi capaz de arrancar o todo leme direito, rompendo a junção da cana com a barra transversal e o apoio inferior da ferragem de popa (que fica aparafusado na face de popa do casco). E lá se foi todo o conjunto do leme de bombordo para o fundo do lago!



Depois de baixar velas, fomos rebocados pelo salvamento do clube. Foi difícil descer a mestra e aprendi uma lição: antes de sair, verifique se, em toda sua extensão, a adriça da mestra ficou desimpedida de qualquer outro cabo, de forma que seja fácil e imediato baixar a mestra em água.

No processo de baixar a mestra, tive que ficar em pé na popa do trampolim que cedeu ainda mais na costura que já estava rasgando. O diagnostico não poderia ser outro: não vale a pena continuar com este trampolim. É pedir para rasgar ainda mais, debaixo dos 100 quilos de meus companheiros.

Ou seja, toda a seqüência começou com o rompimento da fibra de vidro onde o pino do leme se apoiava no casco. Agravado pelo fato de que não tinhamos apoio superior na ferragem de popa.

Já em terra, fomos examinar o local do rompimento. Nosso diagnostico adcional (e do prático do clube que lida com fibra de vidro) foi de que o reparador anterior do casco colocou pouquíssima manta de fibra neste local critico. Cobriu quase tudo apenas com massa automotiva (quase 1 cm de espessura no local)! Esta massa "fraca" não teria sido "fatal" caso tivessemos os dois pontos de apoio na ferragem de popa, conforme o original do barco.

No entanto, conforme dito acima, estavamos velejando com apenas o ponto de apoio inferior (mostrado rompido na foto).

Sendo um local onde o leme exerce muita pressão, a massa cedeu...

Tudo isso nos leva ao seguinte:

Vamos ter que comprar um trampolim novo e um novo conjunto do leme de bombordo. Ou isso ou não podemos usar a Fênix.

Lista das coisas a fazer:

1. Refazer a fibra rompida no casco para apoio do pino do leme
2. Verificar/refazer a fibra no leme de estibordo
2. Colocar as ferragens de popa corretas (com dois pontos de apoio)nos dois bordos (6 parafusos cada)
3. Instalar todo o novo conjunto de leme de bombordo
4. Trocar também a ferragem de popa do leme de estibordo para ficar compatível
5. Cobrir o bordo direito com o EVA
6. Instalar um novo trampolim
7. Instalar ponteiras para as talas da mestra

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Vela de Aventura - Perigo a frente


Muita gente vai duvidar...mas no Lago Paranoá temos uma queda d'água bastante acentuada.
Em nosso último passeio resolvemos testar os dispositivos de vôo livre embutidos nas laterais dos cascos da Fenix.

Entre outras razões estes dispositivos de vôo foram instalados para fazer jus ao nome de passáro do barco. Afinal, toda Fenix tem que voar!

Usamos esta famosa queda chamada de Naiagá-Parô-Hoax (vide foto) como rampa para impulsionar o lançamento.

Um amigo, posicionado no topo de uma árvore na margen (acho que era uma Casealpinea Ferrea), capturou o momento exato do lançamento.

Ficamos um pouco molhados mas tudo funcionou bem nesta primeira tentativa. Meu companheiro de vela ficou um pouco chateado porque sua barra de nutri com queijo, que estava amarrada no trampolim, se perdeu durante a aventura. Acho que caiu na água e foi devorada pelo legendário Kraken, que como meu companheiro, também é vegetariano.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Grandes reparos




O tempo está passando e a Fenix vai entrando em forma.

No entanto há duas partes que ainda precisam de uma reforma mais radical e portanto mais cara.

Uma delas diz respeito a renovação das ferragens de controle da buja. Cada lado custa cerca de 500 reais apenas em peças. Vamos ter que pensar em como fazer isso com um orçamento mais modesto.



A outra parte é mais em conta. Temos que repor todas as cabeças de talas. Quando compramos a vela usada em Recife nos foram remetidas as talas sem as cabeças. Estamos velejando com as talas amarradas diretamente no olhais das vela o que sem dúvida é uma solução precária pois os ajustes de tensão das talas são quase impossíveis.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

A report


A report…

Jarbas and I have moved the Zodiac boat across to the Club. Jarbas had to take out the carburetor, take it to pieces, clean out lots of gunge in it, before it worked properly. He clearly knew exactly what he was doing, and the boat and engine are now working well. Along with the boat at the club are
(a) the cloth to cover it
(b) the foot-pumping device
(c) the petrol tank, which is actually fitted into the engine while it goes.
(d) The stand for the motor

The boat is tied up inside the marina ready to be viewed and driven. The separate items are in the J. box.

A few points:
(a) The engine needed a key. Jarbas wired it to circumvent the key. Do we have a key for the engine?
(b) There are places to put two paddles, but no paddles. (I borrowed 2 from the canoe set of 4 so we had them when we crossed, but brought them back)
c) There is no rubber repair kit anywhere in the storage shed. This is an important component of the boat kit. Do we have one stored somewhere else, or is it gone?

Jarbas did a great job, and worked from 10.00 until 2.30…

It was a great ride across …

H.

domingo, 19 de agosto de 2007

Fotos da Fenix em pleno lago


No dia 11 de agosto, em sua segunda velejada e ainda em testes, cruzamos com uma moça sentada em uma prancha de windsurf bem no meio a raia norte (!!) fotografando o pessoal de windsurf que zunia no vento de 15 Km/hora.
Ela foi muito gentil e tirou umas fotos nossas que ficaram excelentes.
Nem sempre se tem alguem tirando fotos no meio do lago! Obrigado ao Saulo que nos mandou as fotos!

1a Aula de Vela - Fenix

sábado, 11 de agosto de 2007

Segundo vôo da Fênix e novos ajustes


No dia 11/08 (sabado) com o vento a 15 km/hora em Brasília, fizemos o segundo teste de água do Fenix. Cheguei bem cedo no Clube e armamos o barco. Foi um dia maravilhoso e ficaria ainda melhor se tivesse sido possível ficar o dia todo. O Dan veio de proeiro pois meus companheiros estavam ocupados.

Foi um aprendizado para nós dois com facilidades e dificuldades para cambar vez por outra. Os meninos também vieram e fizeram parte da festa embora eu não os tenha levado para velejar, pois o vento estava muito forte.

O barco está orçando bem, mas encontramos alguns problemas:

Os excêntricos dos dois lemes estavam desregulados e as laminas dos lemes não permaneciam travadas durante a velejada.

Sem ficar travado na posição correta os lemes ficam muito pesados na velejada. A razão (em inglês se chama muito “tiller tug” ou "puxada da cana do leme" que traduzo livremente por "leme pesado"). Com o leme fora de posição e um pouco girado para cima, a força que é aplicada no ponto equivalente de centro de leme pela água é multiplicada por um (maior) braço de alavanca. Este braço de alavanca é a distancia horizontal entre o “ponto de centro do leme” e o “eixo do pino” em torno do qual o leme gira.

Com esta distancia muito maior do que o que deveria ser, o leme fica “puxando forte” pois o braço de alavanca age de maneira multiplicadora.

Para um leitura completa sobre leme puxando para barla ou leme de barla e sotavento veja o excelente artigo em:

http://www.thebeachcats.com/News-article-sid-15.html

Quando o leme está posicionado para baixo corretamente puxa pouco. E permanece sem puxar, pois é travado em posição correta pelo excêntrico.

O que fizemos? Ajustamos as molas que empurram os excentricos para cima. Depois de ajustadas, as molas (na figura acima, o sistema da mola e sua tampa de borracha é chamado de "tensor") empurram o excêntrico com a força correta (um pouco menos de pressão, no caso) e ele pode girar, alcançar e permanecer na posição que trava o leme em posição. Antes o excentricos estavam recebendo muita pressao da mola e portanto não giravam. Ao não girar, não permitiram que os lemes travassem em posição.


Fizemos alguns ajustes também na posição da lingüeta de trava para que o dente do excêntrico encaixasse ainda melhor.

Outro problema: os parafusos da placa na testa da buja estavam muito comidos de maresia (estas velas eram de mar) e soltaram. As placas de desprenderam da vela, o melhor é comprar novos parafusos e porcas de inox exatamente do mesmo tamanho.

Abaixo coloco a foto da nova placa colocada um semana depois de constatado o problema:




A cupilha da parte inferior de um dos pinos de leme está faltando e o um dos pinos de nylon da cana do leme está sem a porca inferior.

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Duas viradas de uma só vez

hobie cat

A Torre dos Ventos em Atenas - veja aqui

The Tower of Winds (Horologion of Andronicos)

Sobre os ventos - Deuses gregos e ironia



A ironia dos ventos de fim de semana

O fim de semana de 4 e 5 de agosto de 2007 em Brasilia parece ter sido feito para passar raiva nas pessoas que durante os dias da semana só podem ficar olhando para a janela de um escritório, sem poder ir velejar. Durante toda a semana fez um vento maravilhoso no Lago Paranoá (10-15 m/s). Mas o que acontece no sábado e no domingo? Nada de vento....apenas brisinhas....e o que acontece na segunda seguinte? Novamente ventos fortes.....parece coisa do canhestro... Mas eu já falei para o pessoal que de presente dos dias dos pais quero um dia livre só para velejar e com bons ventos...vamos esperar o sabado do dia 11 de agosto, véspera do dias dos pais.

Qual é mesmo o deus grego que comanda os ventos?



Na verdade, como os gregos não economizavam Deuses, eles tinham OITO Deuses para os ventos!

Um para para cada um dos oito quadrantes, dependendo de onde o vento vinha!

Muito prático pois assim os marinheiros poderiam rezar direto para o deus da direção correta, sem perigo de pedir um vento por reza e ele vir de uma direção inconveniente.

Aqui vão os quatro ventos-deuses principais:


Boreas - vento norte
Zephryos - oeste,
Notos - vento sul
Euros - leste.
.

Na foto que ilustra esta postagem, vemos o Deus do Vento Oeste (Zephyrus) em um encontro sensual com sua irmã (Hyacinthque).

Esses gregos!!!

Nada de culpas cristãs e ainda não tinham inventado o chato do Freud!

Se ficou curioso e quer saber sobre os outros Deuses do Vento ver em:

http://www.mlahanas.de/Greeks/Mythology/Anemoi.html

Peço que pelo menos um deles nos abençoe nos próximos dias de fim de semana...

Tentando encontrar companheiros de vela em Brasilia

Já se passaram duas semanas desde que levamos a Fênix para o seu novo lar temporário no Clube da Aeronáutica. Lá teremos as condições mínimas de apoio para prosseguir com os consertos e os aprendizados. Esta semana tentei localizar mais pessoas que velejem HC16 em Brasilia e consegui identificar duas pessoas, uma no Iate Clube e outra que tem o HC16 em casa. Se conseguirmos fazer uma lista com os emails de todos e podemos reunir este grupo, que parece bem disperso.

Capas de proteção

Tenho feito orçamentos para confeccionar a capa de proteção do barco em plástico azul. Os orçamentos em Brasilia estão em torno de 450 reais (capoteiros na Asa Sul e Vila Planalto) sendo que o capoteiro oficial de HCs em São Paulo me orçou em 360 reais para HC16 (sem o frete). Acho melhor fazer em São Paulo pois tenho uma de suas capas e é muito bem acabada.

Veja em:

http://www.dombrowsky.com.br/lonas.html

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Pan e HC16 no Brasil

Veja o motivo da desclassificação do pessoal de Hobie Cat 16 no Pan em:

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM707427-7823-NEGADO+O+RECURSO+DOS+BRASILEIROS+DA+VELA,00.html